15 maio 2011

Dias inquietos

Esses teus olhos me iluminam os meus dias como raios de sol. Trazem sossego sem explicação, mas também inquietude; dias serenos e dias habitados por paz — tempos que eu nunca antes conheci.

És o fogo que me aquece — e já não me encontro em lugar algum que não seja em teus braços. Para que correr, afinal? Estou junto a ti, que, de forma tão intensa, não ocultas o que sentes por mim.

Mas então, por que vieram as lágrimas? Lágrimas abertas, inevitáveis, que me atravessam e refletem em mim uma face estranha — sem amor, sem desejo, sem carinho. Como pode, se em ti encontro tudo aquilo que me faz viver?



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