26 março 2011

Simplicidade

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As melhores coisas do mundo refletem a simplicidade da vida. Não é todo mundo que resiste a um pôr-do-sol; é inventando passos na areia que se constrói um sorriso. Um abraço ainda significa muito; o ritmo acelerado de um coração pode indicar muita coisa; é incrível a sincera alegria de uma criança ao receber um único bicho de pelúcia. As flores coloridas, alegria de cada dia, expelem o aroma da paixão; as folhas ainda caem no outono, a estação do amor. Sob a água reflexiva do mar, o reflexo de uma vida em perfeição. Não é uma crença popular, duendes existem mesmo. As fadas e suas varinhas de condão e papai noel são convidados especiais em sonhos. As coisas boas logo acabam. Cada minuto merece ser apreciado como se fosse o último de uma vida, porque não existirão por muito mais tempo.
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O perfeito é simplesmente perfeito.

Relevâncias da vida

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"Insisto apenas com os pássaros e sua alegria em voar. Como são leves as pequenas vidas deste mundo! E esses ventos, que por uma coincidência florescem em mim uma necessidade incontrolável? Seria algum crime voar?"

Tempo perdido

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"Veja o sol dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega é da cor dos teus
Olhos castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos distantes de tudo:
Temos nosso próprio tempo."

(Legião Urbana)

25 março 2011

A expressão do sentimento

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                    "Nesse meu sonho, tudo parecia viver. Tudo eu sentia, tudo se entendia, tudo me fazia sorrir. Por um momento, eu já não achei mais estar vivendo uma fantasia, e sim, uma realidade bem expressiva, diferente a cada instante. Tudo se fazia presente; as cores, os sons, os lampejos... Eu me perdia de tal forma a não me permitir a respiração. Em um único momento, tudo valia a pena. A expressão significativa em meu rosto não negava; eu esperava o advento do amor. Diante da realidade, porém, eu me vi pensando que talvez fosse tudo apenas um sonho mal projetado."

05 março 2011

Passos secretos

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          Sete passos em uma circunferência de pesadelos; cada passo um repasso. Sete, o número de vitórias perdidas, desencontradas da razão. O poço, cavado sete palmos a baixo da terra, altura exata do seu abismo, da sua realidade. Em sete passos, ele anda, atrás do sentimento e da voz perdida, da paixão e da emoção. Sete passos também é o número exato da sua gratidão.
                Os raios que batem lá fora não encontram o chão frio. O calor retorna pelos ares em razão das paredes grossas. Sete segundos, sete horas, sete dias. Poderiam ser sete meses ou mesmo sete anos. Mas foram sete passos, pesados e desastrados. Sete passos para viver, sete passos para entender. Os ladrilhos, sete ferros na ordem da solidão, perdoam cada passo enfurecido e ainda veem um coração. Em mil dos seus gritos, um silêncio ensurdecedor.
                Bastou apenas a sensatez. Um pouco de luz, um pouco de vida. Sete, poucos passos do ladrão do seu coração; poucos passos da verdade inibida e que ele nunca se contentou em entender. Mas agora era um pouco mais que uma questão de vida ou morte. Era o amor que ele estava achando.
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