20 maio 2012

1 recados
tumblr_lm5owvtIM31qcebqo_large_large 
Amar (=) você.

Sem título

0recados
untitled-lajcp0m1i-187423-500-667_large

              Lápis, papel e mil ideias na cabeça. Ainda assim, esta história é a mais difícil de ser contada. Os personagens são imprecisos; as falas, incertas. As expressões, os sentimentos e as loucuras são difíceis de entender. Apenas sei que existe uma história, mas questiono-me o que realmente há para ser contado. O que se esconde por de trás desse rosto? O que tem por dentro dessa alma? Qual a história por trás de cada sorriso ou de cada tristeza? Os rostos são inúmeros; os sentimentos, infinitos. Por enquanto, ainda é apenas um papel cheio de "talvez". Talvez seja alguém, talvez seja ninguém. Talvez seja apenas mais uma dessas pessoas que cruzam nossos caminhos sem que percebamos. Aquela que passa apressada na rua. A que esbarra em nosso ombro por distração. A que existe multiplicada por incontáveis rostos espalhados pelo mundo. Aquela que faz parte da multidão das ruas lotadas. Aquela que passa perdida entre tantos passos e destinos. Tem também aquela que passa despercebida e que todos os dias te observa em silêncio do outro lado do espelho. A mais intrigante de todas as pessoas: a (ainda?) desconhecida. E então surge a pergunta que nenhuma história consegue evitar: qual é a minha história?

01 maio 2012

"Adeus, romantismo!"

1 recados
"Este é para aqueles que se julgam românticos — os mesmos que ajudaram a deformar uma geração inteira, carregada de sentimentos confusos e contradições acumuladas em corações ainda esperançosos. O mundo rendeu-se a uma mentalidade equivocada e previsível, e o romantismo que um dia habitou, com intensidade, os grandes poetas — do sensível Goethe ao sombrio Byron — já não existe como antes; perdeu-se aquela essência que brotava espontânea do peito. Em seu lugar, instalou-se uma postura hostil, áspera e excessivamente melodramática, mascarada por gestos exagerados e por uma insistente necessidade de provar algo a outros que nada tem a ver, bem como testar e exigir do outro aquilo que nem se compreende em si. Sim, é repulsivo. O romantismo verdadeiro reside menos na exibição e mais na experiência íntima do sentir; é aquilo que basta para que o coração encontre contentamento. É tão autêntico e absoluto quanto o próprio ódio. E, afinal, para que serve esse turbilhão de declarações vazias e açucaradas? O essencial é amar — ainda que em silêncio —, pois não há palavra alguma capaz de traduzir um sentimento que atravessa séculos.”

"Quando conquistou tudo o que todos querem cortejar, a pobre recompensa não vale os custos: juventude desperdiçada, alma aviltada, honra perdida, são os teus frutos, ó paixão triunfante!"
(George Lord Byron)
 

(Re)inventando © 2010

Blogger Templates by Splashy Templates