26 setembro 2010

Acima das nuvens

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Por entre as nuvens, eu tenho um coração machucado, que bate por uma esperança de liberdade para os meus sentimentos e minhas dores. Que sejam tão livres como os pássaros nos céus, os sopros de ventos que trazem o ar, batem no rosto e aconchegam o presente. O sol no horizonte, que desce lentamente pela montanha e vai ao encontro ao seu descanso, reflete lentamente o sonho de uma madrugada feliz e tranquila, sem medos ou pesadelos. Mas o céu traz mistérios que só os pássaros julgam ser sábios, e nessa imensidão, não se vê o caos de uma dor. Independente do que os céus façam, sabem que serão sempre notados, porque o céu reflete o azul da cor do mar.

12 setembro 2010

Ventos tímidos

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Ventos que sopram belas canções e sussurram verdades em meu ouvido;
Ventos que suspiram e me fazem suspirar pelo que não sei;
Ventos que me mostram caminhos e retiram deles todos os espinhos;
Ventos que me trazem amores e tiram todas as minhas dores;
Ventos que trazem a escuridão, assim como trazem a luz para uma nova emoção;
Ventos assim sozinhos, mas impetuosos, que causam grandes tempestades;
Ventos exibidos, que cantam e desafinam;
Ventos que brincam com as folhas do outono e esquentam o verão...

                 Fico à mercê dos ventos, pois sopram dentro e fora de mim. Correm por entre as manhãs gloriosas, batem em meu peito e tiram a minha respiração. Sopram também em meus ouvidos, sussurrando os mais belos segredos, às vezes perto, às vezes longe, mas sempre aqui comigo. E quem há de discordar com os ventos em sua saudosa apresentação?

"O barulho do vento na alma faz nascer um doce e inesperado sol do amanhecer..."

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