E ficou.
A diferença é que agora já não posso mais dividi-lo. Agora sigo por conta própria, com a alma e o coração partidos, tentando esquecer alguém que, no fundo, eu não quero esquecer. Há algo de profundamente cruel em ter que ensinar o próprio coração a soltar aquilo que ele ainda insiste em segurar.
Acho que essas foram - e talvez continuem sendo - as duas coisas mais difíceis que já precisei fazer na vida: deixá-lo ir e aprender a deixar de amá-lo. Porque ir embora, às vezes, é um ato necessário.
Mas deixar de amar…
é um trabalho lento da alma, porque algumas pessoas nunca vão realmente embora de nós - mesmo depois de partirem.

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